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domingo, 9 de dezembro de 2012

Relaxamento do Corpo Físico p/ a Meditação


  Enquanto a alma estiver prisioneira do campo vibratório inferior que o corpo físico pode lhe proporcionar, não existe possibilidade de haver emancipação espiritual. O cotidiano material das pessoas tem lhes tolhido as escolhas que seriam certamente as mais adequadas para assegurar-lhes o aprimoramento da consciência. O mero ato de andar pelas ruas das cidades vem causando a contaminação dos valores pessoais, porque muitos são os conteúdos supérfluos que são impostos aos que se deixam influenciar pelos modismos e conformismos da época. Há uma indigna condição que empurra mesmo os mais sinceros e puros de coração a desvencilharem-se em desmedidas correrias em busca de lucro material.
                É como se tudo na vida girasse em torno da aquisição de bens materiais, existindo uma conformação geral da sociedade humana em torno de tal situação que lhe é imposta como normal. Poucos são os que priorizam a momentos de paz e de busca espiritual em meio a uma maioria avassaladora que prefere deturpar o verdadeiro significado da existência, para empenhar-se apenas em atividades que lhes distanciam profundamente e sempre mais de Deus e de suas Leis. Para estes poucos existem algumas opções que podem favorecer suas experiências de busca por introspecção, sendo uma delas, dentre as mais importantes, sem dúvida a meditação.
                O ato de meditar, no entanto, exige certas habilidades daqueles que desejam se entregar a tais estados de rendição ao silêncio interior. A meditação é em si um conjunto de ações, que resulta em um determinado efeito, que é a própria introspecção. Para começar, quem deseja se aquietar, até atingir o ponto do equilíbrio e de autocontrole que permite ao indivíduo se estabelecer na harmonia do seu próprio ser interior, precisa aprender a acalmar ao seu corpo físico. Esta parte da pessoa humana se encontra fortemente comprometida com as condições estressantes que o dia-a-dia impõe, e necessariamente tem que ser manipulada criteriosamente a fim de que a quietude interior possa predominar.
                Deve-se buscar por uma postura corporal que seja confortável, a qual não necessariamente precisa ser sentada. O corpo físico deve ser trabalhado de modo a que se obtenha o alinhamento do mesmo com os demais três corpos inferiores. Isso pode acontecer segundo as necessidades daquele que medita, e cada um precisa descobrir suas facilidades e dificuldades em torno da arte de meditar. Independente de se estar deitado, sentado ou em pé, importa que se desenvolva a habilidade de relaxar às tensões corporais mais densas, ao mesmo tempo em que se excluem aos eventuais incômodos emocionais e mentais que possam acometer àquele que deseja meditar no momento preciso em que se queira dar início a tal atividade.
                Exercitar esta habilidade exige que se perceba o corpo de maneira diferente a que usualmente as pessoas costumam percebê-lo. Quanto maior for o grau de abstração das distrações que as sensações da densidade causam, maior será a possibilidade de se adquirir introspecção. Se houver algum aspecto do corpo físico chamando a atenção de quem pretende meditar, seja devido à dor ou apenas à sensação causada pela existência de algo em particular, seja um órgão corporal ou os movimentos dos fluidos e dos impulsos nervosos do organismos, deve-se abstrair de tais percepções, de modo que a atenção seja voltada ao silêncio interior e não aos ruídos da percepção externa. Isso significa dizer que é interessante que se busque também por condições mais adequadas para a meditação no que se refere à situação do meio externo onde a pessoa que quer meditar se encontra.
                O silêncio do ambiente é fundamental, principalmente para aqueles que estão se iniciando na atividade de meditar, pois se perceberá que o tempo e a experiência farão com que o meditador saiba se manter em estado de introspecção até mesmo em meio à turbulência dos movimentos da natureza e das pessoas. Este é o estado perfeito da meditação, em que o silêncio e a paz são adquiridos conforme o desejo daquele que decide meditar independente da hora e do lugar onde se encontrar. Até que se atinja tal condição, deve-se, no entanto, buscar pelos momentos mais adequados para a execução destes exercícios de aquietação, os quais deverão ser criados pelo próprio indivíduo que deseja se exercitar.
                Busque pelo relaxamento corporal usando dos estratagemas que se fizerem necessários, abusando de tudo o que se mostrar mais adequado para sua própria condição. Não existe uma fórmula padrão que se aplique a todas as condições, pois, em geral, cada pessoa tem suas dificuldades assim como suas facilidades, e também preferências. Alguns ambientes serão mais favoráveis para certas escolhas, enquanto outros se mostrarão mais adequados para as demais. Músicas calmas são recomendáveis, podendo-se aromatizar o ambiente e aplicar de luzes específicas para cada caso em particular. Imagens e gravuras que inspirem ao meditador também são fortemente recomendadas. Enfim, o ambiente físico corporal e ambiental devem formar um uníssono vibratório para que o ato de meditar flua conforme o desejado.
                Empreguem de seus discernimentos, mas também busquem por orientação daqueles que meditam e que possam lhes instruir com carinho e dedicação. Verão o quão saudável será para si mesmos desenvolverem tais estados de relaxamento corporal, o que lhes tornarão mais aptos a estabelecerem-se na paz interior sempre que o desejem. Basta que queiram, com sinceridade e convicção, empregar algo dos seus tempos diários para tais importantes ações, e verão que só depende de suas decisões quererem doar-se aos seus próprios bem-estares. Aprofundem-se na arte de meditar e haverão de conquistar a si mesmos e ao controle sobre seus pensamentos e ações. O autocontrole lhes trará harmonia e satisfação, aumentando-lhes a autoestima e o poder de decisão e de realização.

                               Arcanjo Ezequiel (30/11/2012)

Conteúdo obtido por sintonização através de Valéria Moraes Ornellas, Sacerdotisa da Ordem de Zadkiel e co-fundadora da Editora Sétimo Raio, Rio de Janeiro – RJ, e originalmente publicado em http://ordemdezadkiel.blogspot.com.br. Este material faz parte dos recursos de apoio ao curso de Meditação que será oferecido em breve pela Ordem de Zadkiel na cidade do Rio de Janeiro. Se desejar divulgar este texto, favor citar devidamente a autoria e a fonte original da publicação. 

Introdução à Ação Meditativa


 A alma se revigora através da meditação, porque se trata ela de um conjunto de procedimentos que permitem ao ser se re-estabelecer no uníssono vibratório dos seus corpos. O cotidiano daqueles que se encontram movimentando em meio às conturbações do meio físico e material das esferas planetárias, que se situam em condições semelhantes à da Terra, torna-se também conturbado, se a pessoa não cuidar de estabilizar-se continuamente. Por esse motivo, há de haver uma busca constante por harmonização interior e sintonização do eu personalidade com seu Eu Verdadeiro, o qual seguramente fornecerá os mais perfeitos subsídios para a manutenção do equilíbrio mental, emocional e físico do cidadão.
                É preciso, no entanto, que se aprenda a relaxar das tensões que o próprio corpo físico impõe ao seu proprietário. Em geral, aqueles que não priorizam ao avanço espiritual se deixam envolver excessivamente com os pesados fardos que a matéria lhes proporciona. Imbuídos de falsas necessidades, estes seres, imersos na confusão das teias da ilusão, confundem-se quase que ininterruptamente, enveredando por traçados mal formados que compõem aos padrões de existência que preferem conduzir. Deve-se desenvolver a séria convicção de que a materialidade não corresponderá às necessidades mais profundas do ser humano, para, então, partindo deste que é um ponto inicial do impulso da busca por introspecção, poder se adquirir habilidades que podem levar a graus mais perfeitos de meditação.
                As emoções deverão, então, ser controladas, o que se tornará muito mais fácil de realizar na medida em que aquele que medita se aprofunda na tarefa de se alinhar e de sintonizar com objetos que dão significado superior à vida. Nos dias que se passam, ao longo de uma ou mais vidas de uma alma em particular, é comum que haja o acúmulo de percepções imperfeitas a respeito de situações existenciais, as quais podem gerar desequilíbrios emocionais. São tantos os desvios que se estabelecem a partir de incompreensões e falsas impressões cotidianas, que as pessoas tendem a se acostumar com alguns dos principais, sem nem ao menos perceberem o quanto de si mesmas estão doando para que tais perturbações se manifestem em meio a suas experiências diárias.
                Os mesmos sentimentos conturbados podem se intensificar crescentemente até o ponto em que as confusões que geram, mesclando-se com as ideias e os raciocínios, venham a causar verdadeiros colapsos nervosos naqueles que os cultivam. Pensamentos são o conjunto de manifestações pessoais que funcionam como a contraparte criativa da sanidade individual, bem como das doenças e distúrbios psíquicos e emotivos, os quais abundam entre os seres humanos que se deixam direcionar única e exclusivamente pelas confabulações que a alma perturbada insiste em elaborar. Sendo assim, a mente precisa ser fortemente trabalhada, para que se desenvolvam habilidades de controlá-la, direcionando-a para a ação construtiva que seja benéfica àquele ao qual ela pertence, e aos outros seres com os quais o mesmo travará contato direto e indireto por meio de suas ações.
                Exercitar o alinhamento entre os corpos físico, astral e mental é um requisito básico e necessário para que se possa adquirir o acesso às mais adequadas intuições, de modo a que elas venham a purificar aos pensamentos e sentimentos da pessoa humana e, por consequência, também às suas atitudes. São elas, as intuições, que preenchem a alma que experimenta a existência material de vigor para que haja a possibilidade de aquisição de compreensões mais profundas da natureza e do destino do Ser que ali se encontra disposto. Portanto, todo aquele que pretende estabelecer-se na paz e na harmonia que somente o acesso à Identidade Superior pode lhe garantir, precisará necessariamente reabilitar suas intrínsecas capacidades de adquirir introspecção e meditação.
                 Abrindo caminho para o aprofundamento das habilidades meditativas, se faz possível dar-se mais espaço na vida, mesmo ao longo do cotidiano que se faça ocupar de questões familiares e trabalhistas, para a manutenção do foco da atenção em objetos superiores de contemplação. Este tipo de atividade existencial, conduzirá o ser que medita à absorção em Conhecimento e à aquisição de graus elevados de Sabedoria Co-criativa. Aqueles que realizam o significado verdadeiro da busca por interiorização e autodescoberta, se aperfeiçoam, de modo a desenvolverem impulsos crescentemente mais intensos para o avanço em tais conquistas. A intensificação da imersão na ação interior da alma, de quem se ocupa com atividades meditativas e de busca por revelações existenciais mais profundas, conduz a um estado de Plenitude ou de Graça que ainda poucos dos habitantes deste momento da Terra hão de ter experimentado em suas consciências contraídas que lhes caracterizam a individualidade atual.
                Considere-se ser fundamental que cada qual estabeleça suas próprias metas de superação, a fim de que possam estabilizar-se em seus corpos, emanando de si mesmos vibrações que lhes serão mais favoráveis e aos seus próximos. A meditação é um instrumento de trabalho individual, porém também coletivo, que pode libertar aos seus usuários das imperfeições dos corpos inferiores, as quais podem ser transmutadas em perfeições. Desejemos que todos os seres humanos do planeta venham a compreender a necessidade de meditarem como uma condição básica de suas existências. Com o tempo e a prática, meditar se tornará, então, corriqueiro para todos, assim como o são os hábitos de dormir e de se alimentar. Aspiremos para que o advento deste momento da humanidade esteja o mais próximo possível, e rendamos graças ao Senhor por doar este instrumento de depuração para o ser humano.                                             

                           Melquisedeque (14/11/2012)

Conteúdo obtido por sintonização através de Valéria Moraes Ornellas, Sacerdotisa da Ordem de Zadkiel e co-fundadora da Editora Sétimo Raio, Rio de Janeiro – RJ, e originalmente publicado em http://ordemdezadkiel.blogspot.com.br. Este material faz parte dos recursos de apoio ao curso de Meditação, que será oferecido (em breve) pela Ordem de Zadkiel na cidade do Rio de Janeiro. Se desejar divulgar este texto, favor citar devidamente a autoria e a fonte original da publicação. 

Bhagavad Gita sob a Luz do Conhecimento Alquímico. IV. Cumprindo com as Atribuições



“Felizes são os ksatriyah que recebem a oportunidade de uma guerra como estas, ó Partha, porque as portas dos planetas celestiais se abrem para eles. Se, portanto, você não lutar, executando seu dever religioso, perderá sua reputação e ganhará reação pecaminosa. Todos falarão para sempre de você, sobretudo da sua infâmia. A má fama, para um homem respeitável, torna-se pior do que a morte. Os grandes generais, que tem forte estima por seu nome, considerarão que você deixou o campo de batalha por medo. Seus inimigos dirão muitas palavras indelicadas a seu respeito. O que haverá de mais doloroso do que isso?” (Bhagavad Gita 2.32-36).

Krishna: “Cada uma das almas viventes tem natureza própria e atribuições, as quais se lhes manifestam a partir da origem e do fim que lhes forneço segundo o que representam no uníssono das minhas Leis. Todas precisam realizar aquilo que lhes convém, sem se deixar confundir pelas ilusões de seus sentidos imperfeitos, porque se assim o fizerem, certamente se afastarão de mim. Aquele que realiza ao que precisa realizar, me satisfaz e, concluindo com êxito ao que lhe cabe executar, avança em conhecimento perfeito, adquirindo compreensão e assegurando-se a uma posição feliz. Por outro lado, quem desdenha do que lhe proponho a assumir como atribuição, segundo sua natureza e condição, afastando-se dos deveres que precisa cumprir, corrompe seus dias, ocupando-se com ações que lhes causarão confusão, molestando sua alma e destruindo lhe a razão” (11/11/2012).

Comentários:

            Tudo na vida tem um porquê, e basta existir para ter que se submeter aos sentidos da existência que se faz haver através do mero ato de existir. Cada qual precisa compreender-se e à sua condição, estabelecendo as metas do que precisa cumprir a fim de realizar-se como alma humana e à evolução do seu ser. As experiências que a vida fornece se fazem manifestar de acordo com o que as Divinas Leis desenham para cada qual, segundo as particularidades que se expressam através da individualidade que se representa como tal. Ninguém deveria se imiscuir de cumprir com as tarefas que lhes cabem realizar, conforme o que a Divina Providência lhes provê.
            As diferentes circunstâncias da vida e as oportunidades que se fazem evidenciar, dando contorno à forma que contextualiza a experiência que cada qual precisa realizar, existem para que haja a Luz, a partir da qual a existência se faz compreender. Nem todos, no entanto, estão aptos a percebê-la, e se perdem em meio às ilusões que lhes confundem às sensações transcendentais. Estes, em geral, por suas próprias escolhas, insistentemente se associam a padrões cotidianos que lhes infligem toda forma de insatisfação. Afeitos que se encontram com as mazelas da humanidade com as quais estabeleceram, por meio da repetição, elevado grau de intimidade, acostumam-se com o sofrimento e a dor, aceitando-os como opressões que o destino lhes proporciona, na independência de suas possibilidades de se libertarem dos mesmos.
            No entanto, Deus deseja que a alma se emancipe, doando-se exclusivamente ao que sua própria natureza lhe atribui a realizar. Krishna fala a Arjuna, que não desejava lutar, porque via seus parentes entre os adversários que precisava enfrentar: “se, portanto, você não lutar, executando seu dever religioso, perderá sua reputação e ganhará reação pecaminosa”.Claramente, Ele o informava de que as ações que, para as percepções emocionais de Arjuna, pareciam ser mortificantes, causando-lhe um suposto sofrimento, eram deveres que precisavam ser cumpridos. Percebe-se que mesmo uma alma grandiosa como a deste guerreiro se fazia duvidosa perante o que, aos olhos externos da sociedade e das tradições familiares, pareciam ser pecaminoso, quando as palavras de Deus lhes afirmavam o contrário.
            Pecaminoso é não realizar com os deveres que cabem à alma, segundo o que as Leis Supremas lhes incumbem a efetuar, mesmo que para os sentidos inferiores tais incumbências possam parecer o que para as percepções superiores elas não são. Desta forma, ressaltamos constantemente que é necessário que o eu personalidade depure aos seus corpos inferiores e às suas atitudes, estabelecendo-se em consciência ascensionada, de modo a poder se fazer compreender a partir de suas visões interiores. Pois, como Krishna reforça em seus comentários, “cada uma das almas viventes tem natureza própria e atribuições”, que lhes são conferidas por Deus, e que podem ser conhecidas por todo aquele que alcança ao seu Ser Crístico pessoal e à Presença Eu Sou.
            Quem desta forma se redescobre, “realiza ao que precisa realizar”, satisfazendo ao Supremo Senhor, “e, concluindo com êxito ao que lhe cabe executar, avança em conhecimento perfeito, adquirindo compreensão e assegurando-se a uma posição feliz”. A Sabedoria que direciona as ações e pensamentos da alma autorealizada a liberta de toda e qualquer forma de incompreensão das Leis Divinas e, sendo assim, quem adquire graus mais elevados na consciência se torna eficaz em tudo o que faz. A aquisição de conhecimento perfeito resulta então da apreensão dos significados de cada uma das interações que a alma realiza enquanto conhecedora das Supremas Leis, conscientemente ocupada em observar-se e às suas ações, desejosa de se fazer artífice dos desejos de Deus.

                                   Saint Germain (11/11/2012)

Conteúdo obtido por sintonização através de Valéria Moraes Ornellas, Sacerdotisa da Ordem de Zadkiel e co-fundadora da Editora Sétimo Raio, Rio de Janeiro – RJ, e originalmente publicado em http://srikrishnaadishakti.blogspot.com. Se desejar divulgar este texto, favor citar devidamente a autoria e a fonte original da publicação.

Introdução à Ciência da Autorealização




                Tudo o que existe se faz a partir do que pretendo que se faça a fim de realizar a tudo que me faz autorealizado. Aquele que me realiza, realiza ao que existe dentro do Mim, e que manifesta à Ciência que Eu manifesto porque me autorealizo. O Conhecimento que transcende à lógica meramente material pode ser adquirido por aquele que se identifica com a busca da conclusão acerca das Leis que designam aos meios e aos fins da manifestação do que transcende aos objetos dos sentidos temporários. Minha Absoluta Compreensão pode ser alcançada através de um processo de autorealização, o qual consiste em um conjunto de escolhas e ações que levam a alma à libertação das rodas de nascimentos e de mortes (samsara) e, portanto, da Lei da Ação e da Reação (karma).
                O corpo material perece e assim tudo o que ele acumulou se perde, e se transfere a outros corpos que também perecerão. A ansiedade e a insatisfação que a alma experimenta quando luta pela conquista do que é perecível se alterna com a alegria e a satisfação temporárias porque causadas por aquisições que também perecerão. Tudo o que se busca conquistar, de alguma maneira, se manifesta na vida daquele que deseja por tais conquistas causar. Porém, nada do que se conquistou por meios meramente físicos perdurará por mais do que os breves momentos que a alma experimenta ao longo de uma vida que pertence à Eterna experiência que a contém e aos seus breves lapsos de conquistas materiais.
                Assim a Lei da Ação e da Reação presenteia ao ser vivente e, ao mesmo tempo, o destitui de tudo o que lhe doou, na medida do que seus feitos lhe fazem convir a cada um dos momentos que compõem às vidas que acumulou. Porque a alma se indispôs consigo mesma, pois viveu, mas não compreendeu porque viveu, ela volta a nascer, muitas vezes, quantas forem necessárias de modo a que suas indisposições sejam eliminadas, e seus apegos destituídos de valor. Ciclos infindáveis de nascimentos e de mortes podem conduzir uma personalidade ao longo de uma sequência de vidas, sem que ela se dê conta do motivo porque existe e das Leis às quais se submete. O ser vivente, desta forma, enquanto me desconhece, se alheia de tudo o que me pertence, oferecendo-lhe motivação para viver.
                A mente instável precisa ser controlada, para que aquele que a possui possa dela fazer uso adequado, o qual consiste no cultivo do Conhecimento Transcendental. Sem que haja capacidade de silenciar aos pensamentos mundanos que acometem ao ser humano, não há possibilidade de se adquirir a prática da meditação. Sem meditação é impossível haver Compreensão Superior, e sem Compreensão Superior não há de haver liberdade para a vida espiritual. Meditar é aclarar o corpo e a mente, instigando as emoções a se apaziguar, de modo a que os sentidos sejam empregados para um fim superior.
                Uma mente silenciosa liberta das amarras que prendem o ser humano às necessidades artificiais que lhes são impostas pela natureza material do corpo físico e do meio onde o corpo subsiste e do qual supostamente depende para existir. Transcendendo às limitações do raciocínio, a partir de outras realizações que são adquiridas por meio da meditação, o impulso à ação consciente e à renúncia ao fruto das ações pode enfim ser identificado dentro do ser que medita. Este é o impulso que faz com que os sábios e os santos transcendam às fronteiras daqueles que não renunciam aos gozos dos sentidos meramente materiais. Somente através de renúncia pode alguém me reconhecer, porque Eu Sou aquele que está além de qualquer limitação dos sentidos, e só posso ser compreendido por aqueles que renunciam a todas as formas de limitação.
                Ao me reconhecer, aquele que assim o fez, estará apto a progredir no Conhecimento acerca de minha Absoluta Perfeição. Por aprofundar-se em torno de sua própria natureza, do seu meio e do seu fim, a alma se ilumina quando descobre que deseja unicamente me prestar serviço, porque foi para este fim que ela se fez existir. Assim ela começa a viver a experiência mais sublime que o ser humano pode conduzir com vistas a se autorealizar. Minha Autorealização é a fonte da experiência pessoal que conduz à Perfeição Espiritual, porque aquele que busca, através de sua devoção, ao que Eu desejo que ele se devote a realizar, está consciente em Mim. Minha consciência é a origem e o fim de todas as demais consciências, e a alma só se faz consciente de tal Natureza Divina, que está dentro dela mesma, quando se rende ao Amor que posso lhe dispensar na medida de sua própria rendição.
                Doo àquele que se rende às minhas Leis, transcendendo à natureza material e cultivando ao Conhecimento Transcendental, o direito a travar contato com minha Eterna Morada. Toda alma que se liberta dos ciclos de nascimentos e mortes e, ao render-se ao Serviço em Devoção ao que lhe ofereço como ação em interação comigo, e ao que Eu desejo que se realize através de todo aquele que ao meu Serviço se rende, conquista em definitivo o lugar que lhe pertence em meu coração. A Ascensão Espiritual é a libertação do mundo perecível, para a conquista do que é Eterno, intemporal e definitivo. O ser que ascensiona volta a estar comigo, e eu lhe outorgo todos os acessos que lhes sejam necessários a fim de realizar ao que pretendo que ele realize, como parte da Obra que lhe contém e a todas as almas viventes que têm em Mim sua Fonte de origem e seu destino.

                                               Lord Krishna, o Supremo Senhor (25/11/2012)

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Conhecimento Transcendental acerca do Absoluto



                Para a alma humana obter Conhecimento acerca do Absoluto é preciso que haja percepção do que existe além da pessoalidade que lhe faz perceber-se como individualidade. Mas, também há de haver compreensão a respeito da impessoalidade que manifesto dentro de todas as coisas. A pessoalidade e a impessoalidade são dois aspectos que se complementam, porque me faço perceber Eu mesmo como o que está além de tal dualidade, porém, também me entendo como o que contém à pessoalidade assim como a impessoalidade. Trata-se de uma aparente contradição que, no entanto, realiza à minha Unidade e, portanto, não se traduz como contraditório.
                O princípio da habilidade que permite que haja apreensão da natureza que se expressa através da Absoluta Personalidade que me contém, porque Eu a contenho, está na transcendência da dualidade. Para transcendê-la é necessário que o ser humano se faça apto a perceber-se como alma eterna que se reveste de matéria apenas para que, por meio da experiência da existência, conquiste ao que dentro dele manifesta ao que está além da pessoalidade. Porém, além da pessoalidade existe a impessoalidade, que se complementa da pessoalidade e, desta forma, é favorável que a alma realize a si mesma através da percepção do que a diferencia como pessoa e, ao mesmo tempo, do que a indiferencia da Fonte que a faz pessoa.
                O ser individual precisa reconhecer que há uma meta a estabelecer, a qual o torna co-responsável pela criação do que existe para que ele se reconheça como tal. Eu mesmo me realizo enquanto co-crio a tudo o que me contém e é exatamente por isso que co-crio, para me autorealizar. Minha autorealização faz com que os mundos existam e, dentro deles, às pessoas e demais seres viventes, os quais se adiantam em seus processos evolutivos na medida em que Eu penso à evolução. Deve-se então pensar em uníssono com meus pensamentos a fim de compreender-me e às Leis que manifesto a partir da minha própria compreensão das Leis, o que se dá enquanto traduzo meus raciocínios em existência e na forma que se dá à mesma.
                Não existe outro propósito para a vida humana que não seja a realização do que o ser humano representa dentro desta lógica que manifesto e que contém à humanidade. As realizações humanas estão em mim e, portanto, quem se estabelece em atitude de busca da compreensão de sua própria natureza haverá de endereçar-me suas atenções, pois não há a possibilidade de que alguém possa compreender-se sem que me compreenda. Aquele que deseja se realizar como pessoa humana não se realizará se suas descobertas se limitarem à limitada natureza da existência material, deixando de perceber-me em tudo o que o contém e que manifesta a vida ao seu redor. Tal tipo de busca irá conduzir aquele que busca a apenas alguns poucos metros além de sua circunstância, atrelando-o à esfera das elucubrações humanas limitantes e reduzidas ao que a mente permite que a própria mente perceba na independência de sua Fonte de manifestação e de realização.
                A alma que deseja manter-se independente do Absoluto Conhecimento de onde ela vem jamais se permitirá acrescentar a si mesma a inteligência do raciocínio superior, o qual é a única categoria de raciocínio que pode lhe proporcionar a verdadeira compreensão de sua natureza e da finalidade da existência que a faz viver. Quem prefere permanecer ausente do que transcende à mera lógica racional inferior nunca alcançará à Lógica Superior que origina à todas as expressões que se fazem lógicas a partir do raciocínio material. Qualquer elemento do pensamento que se traduza em compreensão para o ser humano consiste em apenas uma fragmentária manifestação do Pensamento que eu desenvolvo de modo a emanar a partir do Foco de minha ação a todos os pensamentos.
                De nada adianta à pessoa humana se esforçar a fim de obter avanços que acredita que a conduzirão à vida espiritual se ela não perceber que não avançará se não me compreender e ao que a faz acreditar em vida espiritual. Espiritualidade sem rendição ao Verdadeiro Conhecimento, que se faz compreender como tal porque é expressão da minha Absoluta Compreensão, é manifestação destituída de profundidade e de veracidade. Quem pretende se estabelecer em vida espiritual precisa compreender que a realidade material somente existe como circunstância que a contém, porque emana do que manifesta à minha vida interior. Conhecê-la deverá ser a meta de todo aquele que se inspira em buscar por espiritualidade, porque não há verdadeira existência sem o Conhecimento do Espírito, o que só se faz possível através da compreensão da Morada Eterna onde Eu estou.
                Portanto, a pessoa humana deve ir além do corpo físico que a mantém na materialidade da existência, a fim de perceber a alma que é eterna. Mas, ela precisa também aprender a diferenciar o que é relativo a apenas aspectos da vida que passará daquilo que pertence ao Absoluto padrão que nunca deixará de existir. Transcender aos limites da mente humana é necessário, mas, para tanto, é preciso que haja direcionamento e introspecção, de modo que a alma possa buscar me alcançar. Eu Sou a Fonte e também o Fim, o início da criação, da mesma forma que a aniquilação. Eu Sou o Absoluto que se manifesta através do relativo, expressando o que realizo nas relatividades que estão no Todo que me contém e às minhas manifestações. Eu Sou Luz, Eu Sou Poder, Eu Sou Amor.

                               Lord Krishna (07/12/2012)

Conteúdo obtido por sintonização, através de Valéria Moraes Ornellas, Sacerdotisa da Ordem de Zadkiel e co-fundadora da Editora Sétimo Raio, Rio de Janeiro – RJ, e originalmente publicado em http://srikrishnaadishakti.blogspot.com.br. Este material faz parte dos recursos de apoio ao curso de Ciência da Autorealização, que será oferecido em breve pela Ordem de Zadkiel, na cidade do Rio de Janeiro. Se desejar divulgar este texto, favor citar devidamente a autoria e a fonte original da publicação. 

Sete Raios e 49 Divinas Irradiações


O sétimo raio contém a síntese das 49 Divinas Irradiações e, portanto, dos demais seis raios. Desta forma, quero voltar a abordar à Sagrada Geometria que traduz às interações que se fazem entre tais emanações. Deve-se lembrar que cada um dos sete raios é um conjunto das sete faixas vibratórias que se repetem ao infinito, dando conformação a todas as demais manifestações de energia que comumente são denominadas raios. O que quero dizer com isso é que é sempre a mesma configuração, a qual tem origem do pensamento de Deus, que manifesta às irradiações que preenchem a todas as dimensões da existência, permeando as esferas e suas manifestações de vida.
                Elas apenas se expressam relativamente a padrões mais genéricos de conformação, como o âmbito de organização das esferas (cósmico, universal, solar ou planetário), o grau de expansão da consciência (individual ou coletiva) e a extensão do seu alcance (desde o nível de uma pessoa ou cidade ou nação até o universal ou cósmico ou Divino). Mas, é preciso que se entenda que a mesma sétupla lógica sempre se aplica à formação de tudo o que se manifesta como parte da vida, porque esta lógica está na criação/sustentação/aniquilação que Deus realiza a fim de manipular sua Obra. Estas três forças essenciais existem no masculino e no feminino do Supremo Senhor, do que resultam seis campos de força e, entre o masculino e o feminino, há um campo de harmonização e, portanto, têm-se os sete raios básicos
                Para empregar da Chama Violeta com precisão é ideal que se conheça a este padrão, a partir do qual as 49 Divinas Irradiações tomam conformação. Sendo assim, cada detalhe da vida pessoal, daquele que deseja manipular ao sétimo raio, poderá ser conscientemente transmutado. Quando os mecanismos de ação através dos quais se manipulam às energias dos raios são bem conhecidos, eles podem ser empregados com precisão e acerto na transformação de qualquer configuração da realidade. O fato é que ainda são poucos os que estão realizando a todo o poder das articulações que podem ser realizadas a partir do conhecimento aprofundado a respeito dos sete raios.
                Algumas pessoas começam a buscar por outras geometrias (ex. 12 X 12), diferentes desta sétupla manifestação, porém, asseguro-lhes que se existe alguma dificuldade em manipular com precisão à configuração de 7 X 7 isso se justifica apenas da falta de compreensão acerca das 49 Divinas Irradiações. Não endosso àquelas buscas, mesmo que estejam sendo feitas em meu nome, pois encontro-me plenamente e conscientemente empenhado na propagação da Sétupla Lógica Alquímica. Esta é, sem dúvida, a Geometria mais favorável para o raciocínio humano terreno desta Era de Aquário, embora ela ainda não esteja perfeitamente compreendida.
                Entenda-se que a cada impulso criativo (a irradiação azul) corresponde uma causação (a verde), e toda causação precipita (a vermelho-rubi) a uma transmutação (a violeta). Portanto, é preciso que se desenvolva o pensamento mais coerente (a rosa), harmonizado com a Lógica Superior que contém à causação (a branca), de modo a se desenvolver Sabedoria em torno de uma determinada situação (a irradiação amarelo-dourado). Brinquei aqui com as atribuições dos sete raios e, portanto, com as funções das 49 irradiações, as quais são o resultado das interseções entre os sete raios, na sétupla lógica (7 X 7). A arte de aprender a manipular a tais interações se insere no raciocínio que pode ser desenvolvido em torno da ação da Chama Violeta.
                Esta Sagrada Chama, que nos inspira a propagar às Lições de Amor e de Poder que nos levaram à Mestria dos raios e de suas emanações, é verdadeiramente alquímica. Porém, deve-se compreender com a máxima perfeição à Ordem Maior que a contém e às maneiras de interagir da mesma com as demais irradiações. Tais compreensões precisam ser adquiridas da prática da transmutação na vida diária de cada um dos aprendizes. Se não houver aprendizagem prática realmente não haverá como obter a compreensão que se faz necessária para que a ação dos sete raios se faça perceber na aplicação por parte de quem está tentando entender como fazer para que tal habilidade se manifeste.
                Percebemos nitidamente que mesmo sem haver entendido com clareza como se dá a interação prática entre os raios, muitas pessoas deixaram de tentar, e por isso estamos difundindo às interações complexas que manifestam à Matriz da Vida, cuja conformação contém a 49 subdivisões. O raio violeta deve ser acessado com isto em mente e, quando tiverem obtido clareza da percepção sobre si mesmos e sobre suas ações co-criativas com as energias dos raios, poderão, enfim, manipular com perfeição à Chama da Purificação. Tenham certeza que, deste momento em diante, não terão mais dúvidas a serem sanadas, e a convicção que se formará lhes trará inúmeras realizações.
                Procurem por tal precisão da compreensão e, para tanto, busquem pelas fontes de instrução mais seguras, as quais podem reconhecer pela qualidade da obra que as representam. Estamos secundando à ação dos escritos e das atividades práticas que vêm sendo-lhes outorgadas a partir da mente e do coração da Grande Hierarquia planetária. Ofereço a todos meus préstimos no que se refere à intensificação da irradiação do que emana do Supremo Conhecimento que contém à Sagrada Geometria à qual estou aqui me referindo. Sempre que desejarem entrar em contato com as energias e as atribuições da Chama Violeta eu prontamente me farei disponível para orientá-los, direcionando-os à Luz da Liberdade da qual o sétimo raio pode lhes prover.
                                               Saint Germain (09/12/2012)

Conteúdo obtido por sintonização através de Valéria Moraes Ornellas, Sacerdotisa da Ordem de Zadkiel e co-fundadora da Editora Sétimo Raio, Rio de Janeiro – RJ, e originalmente publicado em http://missaodesaintgermain.blogspot.com.br. Este material faz parte dos recursos de apoio ao curso de Chama Violeta, que será oferecido em breve pela Ordem de Zadkiel na cidade do Rio de Janeiro. Se desejar divulgar este texto, favor citar devidamente a autoria e a fonte original da publicação. 

Introdução à Alquimia da Chama Violeta




                O sétimo raio é a benção que Deus oferece a Terra e aos seus habitantes, na qualidade de uma energia que purifica e refaz das contaminações e imperfeições. Todos devem procurar fazer uso de seus poderes, para que, em pouco tempo, tenhamos realizado uma grande parte do que ainda precisa ser feito para que a humanidade estabeleça um jeito mais adequado de existir. A pureza e a saúde que se buscam conquistar, através de diferentes meios, podem ser adquiridas à custa apenas de suas convicções e ações. Façam-se senhores dos seus destinos, assumindo a tarefa de equilibrarem as escolhas que lhes conduzirão aos objetivos que venham a traçar visando à libertação de todos os temores e inconvenientes, os quais são geralmente peculiares à existência material.
                Procurem conhecer aos sete raios e às suas subdivisões, que totalizam 49 Divinas Irradiações. Assim haverão de concretizar às suas aprendizagens acerca do poder que tais emanações superiores podem naturalmente lhes fornecer. Não há nada de extraordinário na aquisição de tal conhecimento, porque ele lhes pertence eternamente, vindo como vem da Mente de Deus, a Fonte de todos nós e do Conhecimento que nos sustém. Se souberem empregar dos mecanismos de manipulação dos raios e suas subdivisões, poderão transmutar cada um dos detalhes de suas vidas que pretendam modificar. Verão que é possível conhecerem-se a si mesmos e aos modos como co-criam o que desejam realizar a partir da Sabedoria que os raios contém.
                Queremos oportunizar a todos vocês as técnicas das quais podem fazer uso para que o conhecimento se transforme em Saber, o que exige que haja aplicação prática daquilo que se conhece. Estou trabalhando com uma equipe de Servidores interdimensionais, que me dão apoio para a realização das tarefas que me cabem realizar. Continuo atuando como Chohan do sétimo raio, apesar dos rumores que eventualmente podem estar se difundindo através de algumas opiniões desavisadas do planeta. Ao meu lado, mais diretamente, está Pórtia, minha contraparte complementar, e as bipolaridades arcangelicais da alma dela, Ezequiel e Ametista. Os Elohim Arcturus e Victória são os representantes do Reino Elemental, os quais servem no raio violeta como manifestações do raio azul do Coração de Deus.
                Minha Missão é estimular a transição da consciência que precisa acontecer ao longo dos 2.000 anos que compõem a Era de Aquário. Assumi a Regência da Era e, portanto, cabe-me o encargo também de Mahachohan, junto da Chama Trina dirigente da Grande Fraternidade Branca, que se completa com Gautama (o Senhor do Mundo) e Maitreya (o Buda da Evolução). Estamos todos empenhados em proceder à transformação dos pensamentos e sentimentos humanos, para que as ações da sociedade planetária consequentemente também se modifiquem.  É essencial que as pessoas comecem a perceber mais claramente o quão responsáveis são por si mesmas e pelas condições de saúde e beleza do planeta como um todo. Não é mais adequado que a mentalidade indecisa e apática daqueles que preferem manter as coisas como estão predomine. Façamos uso, portanto, de todo o poder da Chama Violeta a fim de transmutar a precária situação existencial que por enquanto ainda impera.
                Esta Sagrada Energia Divina, cuja cor violeta pode ser fartamente invocada e absorvida por qualquer um de vocês, está impregnada da ação combinada de todos os sete raios e suas subdivisões. Basta que aprendam a trabalhar com ela, para que adquiram graus elevados de liberdade e de satisfação. Compreendam que tudo do que precisam é da aquisição do acesso ao íntimo dos seus seres, para, então, poderem controlar aos seus pensamentos e emoções, a fim de se fazerem aptos a direcionar a ação da Chama Violeta com mais perfeição. Ela fará, desta forma, ao serviço de queima e de purificação dos resíduos das contaminações que desejem destruir, abrindo espaço para que o novo se estabeleça.
                Poderão meditar livremente em torno de tal questão e, enquanto o fizerem, estejam certos de que estarão co-criando com aqueles que se dedicam ao mesmo fim, a eliminação das impurezas e da imperfeição que atormentam a alma humana terrena. Sintonizem com nossos Templos, com qualquer um deles, obtendo emanações que lhes auxiliarão a aumentar seus quocientes de Luz. Temos sete espaços que nos são consagrados, localizados no plano etérico-causal, porém ancorados em diferentes países e continentes. O mais recente resultou de uma co-criação entre a Sagrada Hierarquia planetária e muitos Servidores e aspirantes a Servidores que se encontram encarnados, vivendo a experiência da vida na plataforma física da cidade do Rio de Janeiro (Brasil).
                Invoquem à Chama Violeta contínua e dinamicamente, sem medo de se enganar, pois vocês dispõem da liberdade de escolha a partir da qual podem se libertar. Este raio os preencherá das vibrações mais aceleradas que compõem às interações entre seus corpos e dos outros seres com os quais convivem, bem como com objetos, paisagens e qualquer outra particularidade que componha aos seus ambientes. Realizem cerimoniais da Chama Violeta, sozinhos ou em grupos. Quanto maior a intensidade das invocações e dos cerimoniais, maior será o efeito das meditações, recitações e manipulações rituais da energia desta Sagrada Irradiação.
                Canalizem ao poder de cura que lhes oferecemos embutido em tais emanações superiores, as quais virão a transmutar e purificar qualquer condição existencial. Tenham fé e convicção nesta verdade e busquem travar conhecimento a respeito dos mecanismos de ação da Chama Violeta. Quanto mais conhecimento obtiverem, maiores serão as possibilidades de adquirirem acesso à causação dos males que lhes afligem, de modo a poderem transformá-los em bênçãos para si mesmos e para suas famílias e seus meios de convívio. A Chama atingirá tanto a pessoas, quanto animais, plantas e ambientes, porque ela é composta de uma energia sutil que contém largo espectro de ação, sendo a mesma composta por vibrações tão aceleradas quanto a velocidade da Luz.
                Desejamos facilitar-lhes o ato de existir em meio a tantas conturbações, como de fato costuma ser quando as pessoas se fazem tão atarefadas quanto vocês têm estado. Sendo assim, assumindo a necessidade de mudar, e partindo deste que é o primeiro e mais importante impulso que pode aflorar dentro de seus corações, concretizem às suas buscas pelo poder da Chama Violeta, mesmo que para isso tenham que se esforçar um pouco mais do que tem se esforçado. Não economizem nas ações que podem lhes libertar de toda contrariedade e de qualquer forma de insatisfação causada pela natureza física do ser humano, a qual eventualmente possa estar lhes forçando a aceitar-se assim mesmo como são.  Aceitem tudo o que o sétimo raio pode lhes oferecer, e juntem-se a nós, no uníssono daqueles que desejam o que há de melhor para todos vocês.

                               Saint Germain (16/11/12)
                
Conteúdo obtido por sintonização através de Valéria Moraes Ornellas, Sacerdotisa da Ordem de Zadkiel e co-fundadora da Editora Sétimo Raio, Rio de Janeiro – RJ, e originalmente publicado em http://shamballaeagrandefraternidadebranca.blogspot.com.br. Este material faz parte dos recursos de apoio ao curso de Chama Violeta, que será oferecido em breve pela Ordem de Zadkiel na cidade do Rio de Janeiro. Se desejar divulgar este texto, favor citar devidamente a autoria e a fonte original da publicação.