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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

O Corpo Material Temporário e a Alma Eterna

O corpo é um instrumento da alma e não o contrário e, portanto, aquele que se deixa enganar pela energia ilusória material perde a noção da coerência que há no existir. A incoerência de estar envolto plenamente pelas inarticuladas imprecisões da mente humana, a qual, enquanto permanece ausente da eternidade que estou perpetuamente provendo através de minha própria imortalidade, promove a falta de discernimento. Aquilo que deve ser tido por transitório é então tomado por definitivo e a percepção se distrai, levando o ser humano a um estado de inércia espiritual. Fundamentando-se na sua falsa compreensão da vida que pensa lhe pertencer unicamente, de maneira evasiva e inconsistente, aquele que se nega a me buscar e ao que lhe é reservado a partir da relação que detém comigo, ignora tudo o que de fato merece ser considerado.
                A matéria é o efeito e não a meta, o campo de ação para a realização do Ser e não o próprio Ser. As articulações que a fazem manifestar-se dinamicamente como aspectos que dão significado a existência somente podem se manifestar a partir do Espírito, que é a consciência dos significados que dão consistência e coerência ao próprio Ser. Matéria destituída do que lhe promove os significados é mera ilusão dos sentidos físicos, não tendo nenhum significado profundo para o Espírito. Aquele que, ao enganar-se enquanto se encontra em estado de intensa sintonização com o campo de ação material, se deixa apegar por demais aos elos materiais que lhe parecem compor ao seu padrão de viver. Ele tende a perder o rumo que o poderia direcionar a cumprir com a Verdadeira Meta da vida, permanecendo engolfado com as energias que temporariamente compõem as transitórias metas de suas temporárias experiências de passagem pela matéria.
                O corpo insatisfeito sempre pede mais, e a pessoa humana, afeita a seus condicionamentos emocionais, lhes aceita as imposições. Esquecida que se encontra de sua Eterna Liberdade, ela se envolve em inúmeras incursões por veredas da trama ilusória as quais Maya lhe provê. O sofrimento de se achar destituído de algo que pensa poder lhe pertencer, sugestiona àquele que deseja pelo que não consegue obter a se revoltar contra si mesmo ou contra as Leis que estão supostamente lhe desfavorecendo. A revolta volta-se até mesmo contra Aquele que na verdade está provendo tudo o que permite com que a vida do que se revolta se manifeste. Assim Eu Sou séria e equivocadamente considerado o culpado porque certos desejos permanecem insatisfeitos, os quais não podem ser satisfeitos por não terem origem da aplicação das minhas Leis sobre a especificidade de alguma alma em particular. Com frequência Eu Sou também esquecido ou negado por aqueles que se denominam ateus.
No entanto, o que tais almas aprisionadas não percebem é que o desfavorecimento está sendo lhes imposto por suas próprias imperfeições. A vida humana serve ao Ser que precisa se aperfeiçoar e, para tanto, deve haver compreensão do que significa verdadeiramente viver. Quem desconhece as artimanhas através das quais ele mesmo se enovela em teias de interações, as quais em geral lhes fogem ao controle, conduzindo-o ao carma e à incompreensão da Eternidade da alma, perpetua ao temor que estabelece perante a vida. O medo de deixar de existir é o mais forte sintoma da ignorância do que significa se estar vivo, bem como do que se pode realizar a partir da experiência de morrer. A morte nem ao menos existe para aquele que realizou ao padrão eterno que se representa dos ciclos do samsara, e que me reconheceu como a Fonte de todo o significado de tais ciclos.
É preciso haver compenetração em torno do que é necessário fazer, a fim de que haja realização do que está além dos sentidos meramente materiais. Partindo da percepção correta a respeito da aplicação das Leis que Eu contenho, e que me traduzem em movimentação e transformação de tudo o que existe, o ser que assim as percebe pode enfim se fazer compenetrar no que verdadeiramente faz sentido se perceber. O encontro com o verdadeiro significado que faz alguém existir está em Mim e, sendo assim, aquele que me encontra, encontra ao rumo que a vida lhe dá, e concretiza ao achado que deve ser visado por todos, apesar dos muitos que não o percebem devido à falta de nitidez de suas compreensões espirituais. Este estado da consciência pode ser espontaneamente encontrado, desde que a mente humana se faça acessível para o que, partindo da minha plena manifestação, lhe alcança, estimulando-lhe à autorealização.
Não existe autorealização sem que se estabeleçam graus mais elevados de compreensão a meu respeito, porque a alma só se realiza quando se encontra com a Fonte a partir da qual ela tem origem. Não há como preservar-se da ignorância enquanto não há verdadeira conexão com o estado da alma individual que pode se encontrar comigo, revelando-se a si mesma, de modo a esclarecer-lhe sobre a meta que a faz tornar-se esclarecida. Eu proponho a harmonização da parte do ser que está no corpo temporário com o que existe além do que o corpo pode perceber, o que é ilimitado e inconcebível para os sentidos físicos, sempre existente e que nunca perece. Aquele que aceita minha proposição, estabelecendo-se na Luz da Verdadeira Compreensão sobre a vida, e sobre si mesmo dentro da vida, este se encaminha para proceder ao que cabe a ele realizar a fim de se realizar como alma que procede aos encaminhamentos que lhes cabem naturalmente como parte da Eterna manifestação da existência que a contém.
A alma que alcança a Eternidade, e me conhece, se satisfaz plenamente com aquilo que descobre, empreendendo profundas viagens de introspecção. A ela reservo as mais plenas percepções do que é a verdadeira meta da vida, doando-lhe a contemplação da minha própria profundidade e complexidade. O estado contemplativo dos sábios e santos, que encontraram com minha Morada, é o próprio estado que desejo oferecer ao ser humano, a fim de que ele me conheça e, conhecendo-me, se autorealize, perpetuando a compreensão da vida eterna entre os outros seres com os quais convive. No entanto, para que haja acesso ao que ofereço àquele que deseja me realizar, para enfim se realizar como alma eterna sempre existente, deve haver a eliminação das imperfeições do corpo físico que aprisionam aos modos de natureza material. A mente e os órgãos dos sentidos fornecem precárias percepções através das quais não se faz possível adquirir consciência nem ao menos de si mesmo o que se dizer então do que transcende ao diminuto universo que contém a vida do ser humano. Que haja então a eliminação do que pertence apenas ao raciocínio inferior, dando-se abertura para o que está além da linearidade da razão e, desta maneira, se travará contato ao que dá significado para o ato de existir.

                               Lord Krishna (16/12/2012)


Conteúdo obtido por sintonização, através de Valéria Moraes Ornellas, Sacerdotisa da Ordem de Zadkiel e co-fundadora da Editora Sétimo Raio, Rio de Janeiro – RJ, e originalmente publicado em http://srikrishnaadishakti.blogspot.com.br. Este material faz parte dos recursos de apoio ao curso de Ciência da Autorealização, que será oferecido em breve pela Ordem de Zadkiel, na cidade do Rio de Janeiro. Se desejar divulgar este texto, favor citar devidamente a autoria e a fonte original da publicação. 

Conhecimento Transcendental acerca do Absoluto

Para a alma humana obter Conhecimento acerca do Absoluto é preciso que haja percepção do que existe além da pessoalidade que lhe faz perceber-se como individualidade. Mas, também há de haver compreensão a respeito da impessoalidade que manifesto dentro de todas as coisas. A pessoalidade e a impessoalidade são dois aspectos que se complementam, porque me faço perceber Eu mesmo como o que está além de tal dualidade, porém, também me entendo como o que contém à pessoalidade assim como a impessoalidade. Trata-se de uma aparente contradição que, no entanto, realiza à minha Unidade e, portanto, não se traduz como contraditório.
                O princípio da habilidade que permite que haja apreensão da natureza que se expressa através da Absoluta Personalidade que me contém, porque Eu a contenho, está na transcendência da dualidade. Para transcendê-la é necessário que o ser humano se faça apto a perceber-se como alma eterna que se reveste de matéria apenas para que, por meio da experiência da existência, conquiste ao que dentro dele manifesta ao que está além da pessoalidade. Porém, além da pessoalidade existe a impessoalidade, que se complementa da pessoalidade e, desta forma, é favorável que a alma realize a si mesma através da percepção do que a diferencia como pessoa e, ao mesmo tempo, do que a indiferencia da Fonte que a faz pessoa.
                O ser individual precisa reconhecer que há uma meta a estabelecer, a qual o torna co-responsável pela criação do que existe para que ele se reconheça como tal. Eu mesmo me realizo enquanto co-crio a tudo o que me contém e é exatamente por isso que co-crio, para me autorealizar. Minha autorealização faz com que os mundos existam e, dentro deles, às pessoas e demais seres viventes, os quais se adiantam em seus processos evolutivos na medida em que Eu penso à evolução. Deve-se então pensar em uníssono com meus pensamentos a fim de compreender-me e às Leis que manifesto a partir da minha própria compreensão das Leis, o que se dá enquanto traduzo meus raciocínios em existência e na forma que se dá à mesma.
                Não existe outro propósito para a vida humana que não seja a realização do que o ser humano representa dentro desta lógica que manifesto e que contém à humanidade. As realizações humanas estão em mim e, portanto, quem se estabelece em atitude de busca da compreensão de sua própria natureza haverá de endereçar-me suas atenções, pois não há a possibilidade de que alguém possa compreender-se sem que me compreenda. Aquele que deseja se realizar como pessoa humana não se realizará se suas descobertas se limitarem à limitada natureza da existência material, deixando de perceber-me em tudo o que o contém e que manifesta a vida ao seu redor. Tal tipo de busca irá conduzir aquele que busca a apenas alguns poucos metros além de sua circunstância, atrelando-o à esfera das elucubrações humanas limitantes e reduzidas ao que a mente permite que a própria mente perceba na independência de sua Fonte de manifestação e de realização.
                A alma que deseja manter-se independente do Absoluto Conhecimento de onde ela vem jamais se permitirá acrescentar a si mesma a inteligência do raciocínio superior, o qual é a única categoria de raciocínio que pode lhe proporcionar a verdadeira compreensão de sua natureza e da finalidade da existência que a faz viver. Quem prefere permanecer ausente do que transcende à mera lógica racional inferior nunca alcançará à Lógica Superior que origina à todas as expressões que se fazem lógicas a partir do raciocínio material. Qualquer elemento do pensamento que se traduza em compreensão para o ser humano consiste em apenas uma fragmentária manifestação do Pensamento que eu desenvolvo de modo a emanar a partir do Foco de minha ação a todos os pensamentos.
                De nada adianta à pessoa humana se esforçar a fim de obter avanços que acredita que a conduzirão à vida espiritual se ela não perceber que não avançará se não me compreender e ao que a faz acreditar em vida espiritual. Espiritualidade sem rendição ao Verdadeiro Conhecimento, que se faz compreender como tal porque é expressão da minha Absoluta Compreensão, é manifestação destituída de profundidade e de veracidade. Quem pretende se estabelecer em vida espiritual precisa compreender que a realidade material somente existe como circunstância que a contém, porque emana do que manifesta à minha vida interior. Conhecê-la deverá ser a meta de todo aquele que se inspira em buscar por espiritualidade, porque não há verdadeira existência sem o Conhecimento do Espírito, o que só se faz possível através da compreensão da Morada Eterna onde Eu estou.
                Portanto, a pessoa humana deve ir além do corpo físico que a mantém na materialidade da existência, a fim de perceber a alma que é eterna. Mas, ela precisa também aprender a diferenciar o que é relativo a apenas aspectos da vida que passará daquilo que pertence ao Absoluto padrão que nunca deixará de existir. Transcender aos limites da mente humana é necessário, mas, para tanto, é preciso que haja direcionamento e introspecção, de modo que a alma possa buscar me alcançar. Eu Sou a Fonte e também o Fim, o início da criação, da mesma forma que a aniquilação. Eu Sou o Absoluto que se manifesta através do relativo, expressando o que realizo nas relatividades que estão no Todo que me contém e às minhas manifestações. Eu Sou Luz, Eu Sou Poder, Eu Sou Amor.

                               Lord Krishna (07/12/2012)

Conteúdo obtido por sintonização, através de Valéria Moraes Ornellas, Sacerdotisa da Ordem de Zadkiel e co-fundadora da Editora Sétimo Raio, Rio de Janeiro – RJ, e originalmente publicado em http://srikrishnaadishakti.blogspot.com.br. Este material faz parte dos recursos de apoio ao curso de Ciência da Autorealização, que será oferecido em breve pela Ordem de Zadkiel, na cidade do Rio de Janeiro. Se desejar divulgar este texto, favor citar devidamente a autoria e a fonte original da publicação. 

Aprofundamento das Habilidades de Meditação

Assim como qualquer outra habilidade, a de meditar se fortalece através do treinamento e da prática. Tudo o que a primeira vista parece difícil de ser conquistado se torna íntimo daquele que, por meio do esforço e da determinação, supera às barreiras das aparentes dificuldades, a fim de atingir ao seu objetivo. No caso específico da meditação, na verdade ela envolve um conjunto de habilidades, as quais interagem enquanto a meditação se faz. Portanto, deve haver aprofundamento em todas as habilidades, pois desta forma tanto a síntese delas como cada uma em particular se fortalecerão, formando uma teia retroalimentada de eventos que se completam e se integram. Este é o motivo porque estou tratando de habilidades no plural, mas que se entenda que as mesmas não se excluem, pois se encaixam na totalidade da meditação.
                Comecemos repensando ao comportamento corporal que se faz necessário desenvolver para que haja a quietude da mente e das emoções. Sem que a pessoa se habilite a liberar algum espaço na sua vida para que possa aprofundar-se na intimidade de si mesma, ausentando-se das conturbações externas, não haverá aquisição de habilidades de meditação. Para começar, precisamente o que se faz necessário haver é a interrupção das ansiedades materiais e o alheamento das externalidades, para que então o silêncio interior se estabeleça. Quanto mais se exercitam as capacidades orgânicas que se fortalecerão através da meditação, mais se obtém equilíbrio emocional e estabilidade mental, o que causará a manutenção do bom estado corporal, livre de moléstias e saudável.
                A liberdade de perturbações externas, as quais muitas vezes se manifestam através de desarranjos do organismo e de seu metabolismo, acrescentará harmonia e paz ao cotidiano, de modo que poderá direcionar-se ainda mais espaço na vida para meditar. Assim, sucessivamente, as necessidades mentais e emocionais irão se transformando, e a alma, que está passando por processo de refazimento, volta-se crescente e continuamente a seu estado introspectivo, através do qual ela se fortalece ainda mais. Fortalecer-se espiritualmente torna-se sua meta principal, porque os desejos materiais tendem a desaparecer aos poucos, sendo substituídos por necessidades mais condizentes com a realidade interior da pessoa que busca por iluminação.
                As tendências emocionais também se modificam, pois os significados das interações interpessoais começam a mudar a partir do momento em que a mente é acalmada de suas conturbadas manifestações. Nesta etapa de trabalho mental e emocional se torna normal perceber-se a falsidade de muitas interpretações e a precariedade de muitas das opiniões que eram mantidas como parte do repertório de valores e ideais que antes compunham ao que se acreditava ser verdadeiro e/ou até mesmo inquestionável. Quanto mais se atua sobre os padrões emotivos e suas expressões, os quais se externalizam, participando da estruturação do universo astral de quem os manifesta, maiores serão os intercâmbios com emanações superiores de sentimentos elevados. Sendo assim, a pessoa se purifica, sempre que atrai para si tais eventos de valor inestimável, compostos de oportunidades inigualáveis de acesso a aspectos existenciais que antes lhes escapavam à percepção.
                Porque o corpo muda e as manifestações emocionais também se transformam, a mente de quem se submete a tais processos de depuração se torna propícia a estabelecer-se em estado vibratório favorável para a vida espiritual. Quanto maior é a capacidade de introspecção que se adquire, mais acentuada se faz a habilidade de interromper ao fluxo dos pensamentos, os quais, em geral, causam mal às pessoas que os cultivam, caso sejam eles, como muitas vezes o são, destrutivos e inconvenientes. É fundamental que haja eliminação de ondas mentais que co-criam, na interseção com as ondas mentais de outras pessoas, a uma faixa ou camada vibratória que se torna agressiva e destrutiva da paz humana. São ainda poucos os que percebem o quão relevante se faz haver autopercepção dentro do campo unificado que se forma dos intercâmbios físicos, astrais e mentais, o qual contém à humanidade planetária.
                Este campo precisa ser transmutado e, para começar, terá de haver a manipulação individual dos campos individuais e das suas configurações. Meditar aumentará a aquisição de Sabedoria por parte de cada um em particular, o que ampliará as demais habilidades, as quais em conjunto, como já comentado, compõem ao ato de meditar em si. Procurem estabelecer metas que envolvam o fortalecimento de suas potencialidades meditativas, persistam nestas metas e construam seus momentos de prazer e de harmonia, durante os quais haverão de acumular realizações. A vida se fará mais favorável enquanto houverem educado a si mesmos, direcionando suas intenções e impulsos para a transformação de tudo o que se mostre desfavorável aos seus avanços espirituais. O autocontrole que obterão, através das habilidades que cercam à meditação, lhes assegurará benefícios físicos, emocionais e mentais e estes, por sua vez, se traduzirão na intensificação de suas habilidades meditativas.

                               Arcanjo Ezequiel (01/02/2013)
Conteúdo obtido por sintonização através de Valéria Moraes Ornellas, Sacerdotisa da Ordem de Zadkiel e co-fundadora da Editora Sétimo Raio, Rio de Janeiro – RJ, e originalmente publicado em http://ordemdezadkiel.blogspot.com.br. Este material faz parte dos recursos de apoio ao curso de Meditação que será oferecido em breve pela Ordem de Zadkiel na cidade do Rio de Janeiro. Se desejar divulgar este texto, favor citar devidamente a autoria e a fonte original da publicação.

A Prática Meditativa

   Depois de haver o controle sobre a mente e as emoções, será fácil causar a expressão de silenciamento do corpo físico que é necessária para que a meditação se torne prática corriqueira. A princípio, será preciso parar com todas as tarefas para, em uma posição corporal confortável, treinar ao autocontrole dos sentidos e das manifestações da mente. No entanto, após adquirirem-se tais habilidades, o estado meditativo tenderá a se pronunciar a qualquer momento, independente de se estar atarefado com situações ou eventos cotidianos ou inusitados. A mente se tornará estável e as emoções equilibradas, de modo que, em silêncio interior, a pessoa realizará às suas tarefas, expressando seu autocontrole mediante qualquer circunstância.
                Esta é a verdadeira prática meditativa, a qual ilumina à vida de quem dela se faz usuário. Além do que, a paz e a calmaria, que preenchem as situações de quem assim medita, ao longo dos dias e das atividades diárias que precisa realizar, envolvem aos demais, com os quais este que se tornou meditativo venha a contatar. Descobre-se um manancial de harmonia e de paciência naquele que consegue manter-se tranquilo e sereno, na ausência das perturbações da mente material inquisidora e competitiva. Esta ausência tem suas próprias consequências, as quais se fazem evidentes na saúde e no equilíbrio do ser meditativo, que, por seu estado de espírito, se torna, por contraste com outros que não conseguem cultivar a quietude dos pensamentos, alguém que se destaca, devido à lucidez e a bondade que, em geral, demonstra, mediante as mais diversas circunstâncias.
                Mesmo a fala e as intenções se fazem mais equilibradas, porque antes de pronunciar-se, ao fazer uso da prática meditativa, um ser sabe se direcionar às outras pessoas com cautela, bem como entoar pareceres e comentários com profundidade e sapiência. Isso tudo acontece porque as intuições são acessadas automaticamente enquanto se executam as tarefas do dia a dia, pois a mente não atrapalha e elas podem se manifestar, direcionando a própria ação mental. Uma mente equilibrada faz com que o coração se expresse de maneira comedida, sem que haja interferências grosseiras de ideias equivocadas e apressadas, as quais, muitas vezes, fazem com que as pessoas compreendam-se segundo critérios marcados por parcialidade e tendenciosidade.
                Os equívocos da mente inferior agravam aos maus entendidos, que se espalham em meio à sociedade materialista, e diversos são os problemas que as comunidades têm que enfrentar por causa das incompreensões geradas da inaptidão para o controle mental e emocional que a maioria retém. Uma mente barulhenta e teimosa se nega a entender o que extrapola ao entendimento imperfeito dela mesma, esquivando-se das argumentações que podem desmistificá-la ao abrir espaço para que a amistosidade e a empatia se estabeleçam, acalmando as situações. Por outro lado, a mente sob controle pode ser empregada como artifício para a co-criação de ambientes e circunstâncias favoráveis ao cultivo das boas relações. Saber relacionar-se é necessário para que haja adequação da pessoa aos ambientes e às relações, pois a vida em sociedade só pode ser vivida com equilíbrio se houver amizade e camaradagem entre os que vivem a experiência de existir em meio a muitos outros que também existem e que, portanto, também precisam se manifestar como entidades sociais que são.
                Entenda-se, portanto, que o verdadeiro estado meditativo é aquele que se mantém, como estado de unicidade entre corpo, coração e mente. Ele perdura porque resulta do alinhamento entre os corpos inferiores e a sintonização de suas vibrações, e se conquista através da determinação que existe naquele que deseja com sinceridade transformar-se em sábia manifestação do que existe no seu íntimo, e que pode ser acessado apenas por meio da quietude e da introspecção. Tal estado de alinhamento é adquirido a partir das estratégias que direcionam alguém a meditar, mas somente pode ser mantido quando a pessoa enfim desenvolve habilidade de estar sempre atenta ao teor de suas emissões mentais e emocionais e dos seus movimentos e impulsos criativos, de modo a que ela possa então controlar-se continua e dinamicamente.
                Absorvam-se em tais estados meditativos e haverão de transformar-se em pessoas cujos padrões vibratórios se diferenciam dos demais por seu magnetismo circunstanciado em sua Sabedoria e Amor, manifestações estas obtidas do alinhamento com as expressões superiores dos aspectos de si mesmos, com os quais somente estarão aptos a travarem contato a partir do controle de suas mentes, sentimentos e ações. Procurem por tais estados de equilíbrio e os encontrarão, pois eles lhes pertencem desde o início dos tempos, e para sempre permanecerão em vocês, porque são eternos e não transitórios como o são os pensamentos e emoções inferiores, típicos das almas que se encontram em desequilíbrio e, portanto, alheias de tais habilidades existenciais. Tenham certeza que se fortalecerão por meio de tais aptidões que desenvolverão, causando-se a si mesmos muita paz e saúde, Luz e Amor.
                                               Saint Germain (18/01/2013)
Conteúdo obtido por sintonização através de Valéria Moraes Ornellas, Sacerdotisa da Ordem de Zadkiel e co-fundadora da Editora Sétimo Raio, Rio de Janeiro – RJ, e originalmente publicado em http://ordemdezadkiel.blogspot.com.br. Este material faz parte dos recursos de apoio ao curso de Meditação que será oferecido em breve pela Ordem de Zadkiel na cidade do Rio de Janeiro. Se desejar divulgar este texto, favor citar devidamente a autoria e a fonte original da publicação.

Afloramento das Intuições Superiores

Enquanto a consciência se mantém absorta em questões materiais, não há possibilidade de haver apreensão dos significados mais profundos da vida. Os rumores e confusões da materialidade, dentre os quais muitos se mantêm ocupados ao longo dos seus dias, não permitem que eles possam escutar suas vozes interiores. Sendo assim, torna-se normal e corriqueiro que haja deturpações, de todos os tipos, dos valores e ideais, o que gera muitos agravos, intensificando aos enganos e confusões a que muitos se encontram submetidos. Quem deseja se esquivar das influências da ineficácia dos pensamentos materialistas e excessivamente racionais pode, no entanto, encontrar seus meios de se emancipar, até mesmo enquanto se encontra envolto pelas perturbações dos grandes centros urbanos.
                Meditar consiste em um conjunto de ações que envolvem o cultivo de estados introspectivos da atenção, o que significa dizer que aquele que medita proporciona-se momentos de absorção em estados da alma que são bastante favoráveis para dar expansão à manifestação de intuições superiores. Porque as intuições pertencentes a esta categoria resultam de interações entre o que se pensa, sente e se faz com o que se compreende, a partir da Sabedoria de se estar bem situado em estados mais elevados da consciência, somente se adquirem às mesmas através do esforço de se centrar, buscando-se por alinhamento da personalidade inferior com o que está contido além do universo pessoal, na plataforma uníssona da Grande Mente Superior. Para alcançar a tais estados se faz necessário estar em unidade com a Presença Eu Sou ou, ao menos parcialmente, se deixar envolver pelas influências deste aspecto sublimado do ser.
                Enquanto ainda não houver avanço suficiente para que haja a perfeita sintonização com os aspectos mais elevados da alma individual, não haverá completa absorção da mente inferior nas expressões sublimadas da Presença Eu Sou. Mas, durante o processo de se buscar por tal condição de completa sublimação, haverá diferentes momentos em que aquele que medita poderá oferecer às suas buscas por transcendência do que é inferior, bem como por contemplação do que está contido na superioridade do que pertence ao Absoluto Senhor. Momentos propícios e circunstâncias favoráveis podem, no entanto, ser cultivados por aquele que pretende meditar e, através da meditação, ultrapassar às fronteiras da mente inferior humana.
                Na medida em que as intuições se fazem perceber, outras aquisições da consciência se darão, e ela tenderá a amadurecer, o que, por consequência, ocasionará ainda mais intuições, e assim, sucessivamente, a alma avança em Conhecimento. O Conhecimento verdadeiro e lógico, coerente com as Divinas Leis, provém da Fonte Única de toda Sabedoria, Amor e Poder, e é ele que liberta e conduz a alma rumo à superação e ao infindável processo de aquisição de dons e de saberes. Através do aprofundamento em torno do cultivo de saberes, e da aplicação prática dos elementos adquiridos por meio do acúmulo de conhecimento, a pessoa pode ultrapassar a todas as fronteiras que lhes são oferecidas pelas percepções físicas. Não se deixando mais submeter às precariedades dos pensamentos inferiores e das perturbações das emoções desiquilibradas, ela então se faz crescentemente mais aberta às suas intuições.
                Em circuito aberto, as intuições envolvem aos pensamentos, e estes se expressam externamente na vida pessoal, a partir dos sentimentos e emoções, os quais, por sua vez, influenciam às atitudes e ações. Atitudes gerarão pensamentos, os quais, novamente haverão de impulsionar ao estabelecimento de intuições e, por consequência, outros estados emocionais se evidenciarão. Tais entrelaçamentos de eventos, que são íntimos ao ser humano, se mantêm, enquanto há vida dentro de um corpo humano, a menos que ele se transforme apenas em um cálice para que a Consciência Superior em sua plenitude venha a se manifestar. Neste caso, não mais haverá pensamentos e sentimentos destituídos de fundamentos obtidos através de intuições superiores, cuja fonte de origem é a entidade mais elevada que existe dentro de cada ser.
                Sugiro que executem exercícios voltados a analisar às suas intuições e, para tanto, será necessário que já tenham adquirido a habilidade de silenciar suas mentes e acalmarem-se emocionalmente segundo suas próprias intenções. Realizem uma sequência de tais exercícios, variando os estímulos de persuasão, silenciando perante gravuras, símbolos alquímicos e/ou aspectos de suas vidas pessoais que possam abastecê-los de referenciais, estimulando às suas intuições. Deverão conseguir se perceber pensando, se ainda não conseguirem silenciar completamente suas mentes, mas se assim o fizerem, obterão intuições, as quais poderão ser cultivadas durante o tempo que consigam manter-se em estado de meditação. Espero que tenham sucesso em suas iniciativas, pois haverá muito a se cultivar a partir da abertura que se dê para as intuições superiores.

                                               Saint Germain (18/01/2013)

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Silenciar dos Pensamentos

Os pensamentos enquanto se mantém ausentes de razões superiores são suscetíveis de causarem o aprisionamento daquele que os contém em mundos que são externos ao âmago do ser. Muitos se deixam ausentar de suas mais profundas e perfeitas incursões na intimidade do que há para ser conhecido dentro deles mesmos, a fim de manterem-se ocupados com as manifestações limitadas e relativas que expõem aos significados do que é Transcendental por meio da materialidade. As formas materiais e seus movimentos expressam o que a Grande Consciência, que contém toda a teia da existência, traduz a partir das articulações que ela realiza. As formas devem ser empregadas na compreensão da consciência e, portanto, os pensamentos do ser humano devem ser cultivados com a mesma finalidade.
                Se isso não existe, de nada adianta cultivar aos pensamentos, porque eles se revelarão como antagonistas da paz interior, que é desejável que se possa estabelecer, para que a vida da pessoa se ilumine e se dignifique. Desta forma, as emissões mentais têm que ser séria e continuamente vigiadas, por quem deseja avançar no Conhecimento Espiritual. O que parece impossível para alguns se tornará aceitável e perfeitamente realizável para aqueles que se dedicarem à aquisição do autocontrole e da manipulação consciente dos pensamentos. O exercitar da meditação é um ato que causa a percepção dos traçados das ondas mentais, facilitando a aquisição de níveis mais adequados de silenciamento e introspecção.
                No entanto, o controle do que a mente constrói será mais facilmente conquistado na medida em que se desenvolve mais introspecção e silêncio, o que, por retroalimentação, intensifica a habilidade de meditar, e vice-versa. Quem atinge o estado meditativo mais elevado assim o fez porque conseguiu dominar ao ato de pensar, e quem dominou aos pensamentos, controlando sua emissão, adquiriu tal controle porque desenvolveu atitude meditativa. Neste caso, em silêncio profundo, pode-se obter dos resultados mais gratificantes e sublimados que o corpo e a consciência humana o permitem. Não há necessidade de raciocinar-se sobre se o controle das emissões mentais vem antes, durante ou depois da aquisição da atitude meditativa, porque ambos são complementares e não linearmente ordenados, acontecem ao mesmo tempo e, de maneira integrada, fornecem bons resultados aos que deles fazem uso consciente.
                Sugiro que se exercitem a fim de controlar suas mentes, silenciando-se intimamente, a partir do relaxamento do corpo físico, da harmonização das emoções e do silenciar dos pensamentos. Sigam a rota mais óbvia e natural, a qual envolve o sentar-se confortavelmente e, fazendo uso daqueles instrumentos que se mostrem mais favoráveis às suas peculiaridades, o buscar pela concentração e a manutenção do foco nos seus íntimos. Está dentro de cada um a capacidade de silenciar à mente, eliminando a propensão às inquietações e aos intercruzamentos de energias que podem interferir nos seus momentos de calmaria e de paz. Não há uma fórmula exata que eu possa indicar, a qual miraculosamente irá curar suas inquietações mentais. O que se pode fazer é experimentar o que muitos já o fizeram, começando pelos exercícios que exigem que o corpo e a personalidade parem de se movimentar a fim de treinar o calar. Em uma fase posterior, de aprofundamento, então, aquele que começou a exercitar sua atenção desta maneira, poderá se manter em estado de meditação mediante qualquer situação que experimente, movendo-se ou parado, tanto faz.
                Apenas comecem com determinação e autoconfiança, tendo certeza de que também serão capazes de acalmar deliberadamente às emissões mentais. Com afinco, exercitem-se, eliminando pensamentos desfavoráveis às suas emoções e aos seus padrões físicos de vida, sempre que eles tentarem lhes importunar. Destruam-nos desde a raiz, não lhes dando espaço para se desenvolverem dentro de vocês. Aprendam a reconhecê-los como algo que vem e que vai, segundo a vontade daqueles a quem eles pertencem. Parem um pouco para perceber como são vocês mesmos que estão os produzindo, e analisem seus poderes de agir, de modo a destituí-los da liberdade de se expressarem, quando assim o desejarem.
                Com a experiência, se tornarão aptos a manterem-se silenciosos por quanto tempo seja possível, de acordo com seus programas de trabalho. Inclusive, enquanto estiverem atarefados, se suas tarefas não exigirem a produção de pensamentos, eles continuarão ausentes, caso desejem que assim seja. A atitude silenciosa virá a se fazer, na medida de suas convicções em quererem estabelecer-se no estado mental que lhes permitirá acessar à Luz Superior. Fortaleçam suas intenções e cultivem momentos adequados para estarem em silêncio, aliados da paz e do amor, serenos e tranquilos. Tal serenidade acrescentará muito a todos que estejam sedentos de Sabedoria e de outras conquistas que só podem ser obtidas por meio do autoaperfeiçoamento, do foco em objetos superiores e da absorção em Conhecimento Superior.
                                               Arcanjo Ezequiel (11/01/2013)
Conteúdo obtido por sintonização através de Valéria Moraes Ornellas, Sacerdotisa da Ordem de Zadkiel e co-fundadora da Editora Sétimo Raio, Rio de Janeiro – RJ, e originalmente publicado em http://ordemdezadkiel.blogspot.com.br. Este material faz parte dos recursos de apoio ao curso de Meditação que será oferecido em breve pela Ordem de Zadkiel na cidade do Rio de Janeiro. Se desejar divulgar este texto, favor citar devidamente a autoria e a fonte original da publicação.

Harmonização das Emoções

Um dos maiores problemas com os quais as pessoas, enquanto se encontram destituídas da Luz Superior, têm que lidar é o desequilíbrio emocional. Algumas causam para si mesmas vários distúrbios, que as atormentam, enquanto outras, além de se prejudicarem, prejudicam também à paz das outras pessoas com as quais precisam conviver. Estes distúrbios das emoções geram muitos malefícios ao bem-estar individual e coletivo, sendo necessário que eles sejam controlados, para que haja controle sobre a vida pessoal e grupal. No entanto, poucos são os que conseguem se perceber para, percebendo-se, transmutarem às suas condições psíquicas e sentimentais.
                Uma maneira prática de se fazer controlar emocionalmente é através da meditação, porque atividades meditativas são ações de controle emocional, mental e físico. Porém, para se atingir a um estado avançado de consciência corporal no qual se faça possível meditar, é fundamental que se estabeleçam graus aguçados de percepção e controle emocional, portanto, trata-se de um mecanismo que contém inúmeras facetas, as quais se retroalimentam, resultando em um uníssono, que é a própria meditação em si. O conjunto de efeitos que são obtidos a partir do autocontrole e do silenciamento produz introspecção e, tal estado de calma e mansidão, oportuniza o acesso a inúmeras intuições, que só podem ser percebidas por meio do silêncio interior.
                Deve-se aquietar primeiro ao corpo físico, e isto é sugerido considerando-se que aqueles para os quais estamos transferindo a estes Ensinamentos estão atualmente envoltos por corpos físicos, desenvolvendo experiências no plano físico-material terreno. Este corpo, o mais densificado, está sempre envolvido em co-criações que, em geral, podem gerar perturbações a partir das manipulações que ele faz, em contato que está com outros corpos densificados. As perturbações produzidas pelo corpo mais denso refletem no modo de vibrar dos outros corpos mais sutis, os quais estão em contato mais direto com o físico e, mais especificamente, os corpos astral e mental. De forma que, a pessoa humana, enquanto se mantém alheia aos seus corpos superiores, se deixa envolver pela teia de interações de apenas seus três corpos inferiores.
                Aquele que aprende a controlar suas emoções começa a perceber-se mais claramente a partir do momento em que se vê ao observar-se desde um novo ângulo de visão. Digo isso porque, sem as eventuais mistificações, que podem ser causadas pelas emoções, se faz possível estabelecer outros critérios de avaliação e, por meio destes, modificar-se à autopercepção daquele que então pode passar a se observar com o rigor que é desejável para qualquer processo de autodepuração. Além do que, podem-se evitar muitos desarranjos em torno das demais pessoas que porventura estejam sendo prejudicadas pelos humores de quem está passando por um processo como estes, o qual envolve a meditação e, portanto, também o controle emocional.
                Sugiro um exercício de treinamento de autocontrole para a aquisição de habilidade meditativa, o qual pode ser experimentado individualmente ou em grupo. Será preciso encontrar uma fórmula adequada para que haja a harmonização interna, ou seja, o silenciamento emocional, o que exige uma interação íntima com o processo de controle também dos pensamentos. Naturalmente este exercício só poderá ser realizado quando o corpo físico for mantido em condição de relaxamento, porque ele se manifestará através das conformações sutis dos sentimentos e pensamentos.
                Experimentem usar de um momento que lhes seja disponibilizado, onde as condições do ambiente sejam favoráveis para que esqueçam ao que lhes faz sentir como sendo problemas. Deixem-se entregar ao relaxamento e à quietude que tal circunstância lhes oportunize, o que pode ser reforçado por inúmeros elementos os quais componham uma situação adequada para a introspecção e a meditação. Esta situação pode ser criada sempre que desejem assim o fazer, basta que compreendam o que lhes faz sentirem-se confortáveis e equilibrados dentro de vocês mesmos, na independência do que os outros estejam pensando ou fazendo ou do que esteja acontecendo no entorno do espaço onde se encontrem meditando.
                Abstrair daquilo que não se faz necessário perceber enquanto se busca por silenciamento e introspecção será a habilidade que deverá ser perseguida e, quando ela for conquistada, haverão de entregar-se sempre mais intensamente aos seus instantes de equilíbrio e paz, os quais acalmarão crescentemente aos seus corpos físico, astral e mental. Sendo assim, re-equilibrem-se, libertando-se das lamentações e demais inquietações e desconfortos emocionais que perturbam lhes às percepções. Mais vale um ser emocionalmente equilibrado e espiritualmente saudável do que muitos seres sombrios e materialmente atarefados para o equilíbrio da esfera da existência que os contém. Tenham consciência deste fato, e procurem cumprir com a parte que lhes cabe dentro da Grande Ordem, a qual abrange o estabelecimento da paz e do amor no meio onde vocês vivem. Comecem por tranquilizar-se emocional e psiquicamente e, então, se farão mais hábeis para atingir outros limiares da consciência, rumo à Eterna Libertação de si mesmos.
                                               Arcanjo Ezequiel (29/12/2012)
Conteúdo obtido por sintonização através de Valéria Moraes Ornellas, Sacerdotisa da Ordem de Zadkiel e co-fundadora da Editora Sétimo Raio, Rio de Janeiro – RJ, e originalmente publicado em http://ordemdezadkiel.blogspot.com.br. Este material faz parte dos recursos de apoio ao curso de Meditação que será oferecido em breve pela Ordem de Zadkiel na cidade do Rio de Janeiro. Se desejar divulgar este texto, favor citar devidamente a autoria e a fonte original da publicação.